Alma de Cordel

11 de Maio de 2015
Postado por: Admin

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De maneira diferente
Da linguagem popular
Na literatura de cordel
Qu’eu quero me expressar.

Tem gente que não gosta
O porquê eu não sei
Mas o cordel são versos
Que na gramática não tem lei
Na minha terra é coisa bela
E que aqui escreverei.

Quero começar estes versos
Lembrando minha infância
Um tempo de felicidade
Quando eu era uma criança
Vivendo com minha família
Num sítio de Esperança.

Como toda família tem
Alegrias e dificuldades
Momentos inesquecíveis
Que vão deixar saudades
Correr, pular amarelinha.
Contar estrelas de verdade.

Minha mãe era Alegria
Seu cantar não esquecerei
Meu pai era o Senhor Sério
Dele as histórias eu herdei
Contos que me marcaram
E que aqui escreverei.

São historias de trancoso
De fantasia e aventura
Personagens que guardei
Na mente e que perdura
Tem até histórias doces
Tão doce como a rapadura.

Irmã Silvia

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